As pessoas não são mais as mesmas. Já não sinto quase nenhuma atração, nada mais. Estou com algum problema de confiança, acho e percebi que não é em mim, mas sim nos outros. São atitudes que me deixam com nojo daqueles rostos. Lógico, se alguém diz que não quer nada, qual a liberdade que ela vai ter ao te dizer que tem um pau pra você chupar quando você diz que tava chupando um dudu de coco, ou quando ela diz que tem algo pra você beber quando você diz que quer beber algo?
E assim vou perdendo a confiança nas pessoas e em suas palavras. Acho que também estou preso a certas coisas ridículas na minha vida e por ai vai. Pra ter noção, nem me masturbar eu estou conseguindo. Sinal de que não estou muito bem, não é verdade?
Perdi a vontade de continuar o texto.
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Sabe, sou um garoto saudável. Sou mesmo.Um monte de gente fica doente quando só o que me desarma são minhas ites da vida. Sabe, né? Então, no sexo, nunca tive nada de constrangedor não. Na verdade, não para mim. Sou aquele tipo de pessoa que fica meio que ansiosa para acontecer as coisas e levar a mão esquerda com orgulho "Aconteceu comigo". Pois é, aconteceu.
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Lembro como hoje, minha amiga Leonina me indicou um lugar para ir em São Paulo. Já como eu estava de viagem marcada, ganhei de aniversário, decidi que ia visitar tal lugar. O ato em si não importa, importa que eu estava conversando com um carinha e um terceiro chegou, então fomos para o quarto do primeiro e no meio de toda aquela tensão sexual, eu fiquei no meio da fila. E no embalo de um sábado à noite, senti algo diferente quando o cara atrás de mim forçou um pouco suas mãos em minha cintura.
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Sim, eu broxei. Broxei bonito. Era algo que sempre quis, nunca aconteceu. Sempre quando tinhamos conversas do tipo "Sou fodão na cama", eu terminava dizendo que nunca tinha broxado e sempre escutava que era mentira. Mas nesse dia, só não parei tudo porque era uma transa a três. Minha vontade era de ligar pra minha irmã e dizer "Aeee, caralho, broxei". Mas não, esperei um tempo, pedi pro de trás fazer direito e quando retomamos ao ato, continuamos como se nada tivesse acontecido e vivemos felizes pelo resto da noite. Logo depois liguei para minha irmã.
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O tempo passou e ultimamente eu tenho tido ejaculação precoce. Sério, só tenho 22 anos. Não achei o fim da picada, nem maravilhoso, até porque, é diferente de broxar. Mas, contudo, porém, todavia, tinha que escrever sobre isso. Tinha tudo planejado, vou ao urologista, que me acompanha desde os 14, converso com ele, vejo sua reação e escrevo sobre isso puxando para o lado do orgasmo precoce, do tipo, venha a nós, a vosso reino nada.
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Então fui lá e foi a coisa mais frustrante da minha vida. Sério, cinco minutos foi o suficiente, acho que 10, pra sair daquela sala. Ele simplesmente me olhou e disse "É psicológico". Pegou a guida e acompanhamento, escreveu, datou, assinou e mandou autorizar. Só isso? Só! Mas e ai? Lá vou eu frequentar psicólogo de novo por conta de uma coisa precoce? Me senti doente, morrendo e chegar em um clínico pra escutar "É virose". Tenho medo de ter alguma frustração no sexo, que pra mim ainda será novidade, chegar em algum canto e ter uma resposta quase tão monossilábica que te deixa sem ação.
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No fim das contas, voltei pra casa pensando no que poderia fazer, sexo seria a resposta mais óbvia, mas escutar que ansiedade causa isso. Gente, pelo amor de qualquer um, tenho 22 anos, não é minha primeira vez não, nem segunda, nem terceira e por ai vai. Quem é que hoje em dia fica ansioso com décima oitava vez do quarto round? Mais ainda quando é algo fixo? Até parece que... enfim, precocemente perdi a inspiração.
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Lembro como hoje, minha amiga Leonina me indicou um lugar para ir em São Paulo. Já como eu estava de viagem marcada, ganhei de aniversário, decidi que ia visitar tal lugar. O ato em si não importa, importa que eu estava conversando com um carinha e um terceiro chegou, então fomos para o quarto do primeiro e no meio de toda aquela tensão sexual, eu fiquei no meio da fila. E no embalo de um sábado à noite, senti algo diferente quando o cara atrás de mim forçou um pouco suas mãos em minha cintura.
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Sim, eu broxei. Broxei bonito. Era algo que sempre quis, nunca aconteceu. Sempre quando tinhamos conversas do tipo "Sou fodão na cama", eu terminava dizendo que nunca tinha broxado e sempre escutava que era mentira. Mas nesse dia, só não parei tudo porque era uma transa a três. Minha vontade era de ligar pra minha irmã e dizer "Aeee, caralho, broxei". Mas não, esperei um tempo, pedi pro de trás fazer direito e quando retomamos ao ato, continuamos como se nada tivesse acontecido e vivemos felizes pelo resto da noite. Logo depois liguei para minha irmã.
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O tempo passou e ultimamente eu tenho tido ejaculação precoce. Sério, só tenho 22 anos. Não achei o fim da picada, nem maravilhoso, até porque, é diferente de broxar. Mas, contudo, porém, todavia, tinha que escrever sobre isso. Tinha tudo planejado, vou ao urologista, que me acompanha desde os 14, converso com ele, vejo sua reação e escrevo sobre isso puxando para o lado do orgasmo precoce, do tipo, venha a nós, a vosso reino nada.
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Então fui lá e foi a coisa mais frustrante da minha vida. Sério, cinco minutos foi o suficiente, acho que 10, pra sair daquela sala. Ele simplesmente me olhou e disse "É psicológico". Pegou a guida e acompanhamento, escreveu, datou, assinou e mandou autorizar. Só isso? Só! Mas e ai? Lá vou eu frequentar psicólogo de novo por conta de uma coisa precoce? Me senti doente, morrendo e chegar em um clínico pra escutar "É virose". Tenho medo de ter alguma frustração no sexo, que pra mim ainda será novidade, chegar em algum canto e ter uma resposta quase tão monossilábica que te deixa sem ação.
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No fim das contas, voltei pra casa pensando no que poderia fazer, sexo seria a resposta mais óbvia, mas escutar que ansiedade causa isso. Gente, pelo amor de qualquer um, tenho 22 anos, não é minha primeira vez não, nem segunda, nem terceira e por ai vai. Quem é que hoje em dia fica ansioso com décima oitava vez do quarto round? Mais ainda quando é algo fixo? Até parece que... enfim, precocemente perdi a inspiração.
Sabe, sempre defendi que classificar alguém como Hetero, Bi e Homossexual é a mesma coisa que classificar como Negro, Pardo e Branco. Há um preconceito nessas palavras e não adianta dizer que não existe porque sabemos que até agora, negros ganham menos que brancos. Se mulher ganha menos que homem, porque com cor iria ser diferente?
Sou daquele tipo de pessoa que acredita que devemos ficar com quem nos faz bem. Sem rotulações, sem nada. Mas lendo o caderno especial do JC, no diário do garoto de programa, ele fala que não é gay, é hetero, mas dorme com caras por dinheiro. Sabe, a quem ele engana? Adianta ele ter essa posição sabendo que para a sociedade, ele está condenado duas vezes: garoto de programa e homossexual.
Bancar de ingênuo não adianta nada, mais ainda hipócrita. Vá vender seu corpo pra qualquer pessoa, mas não se rotule. Você não é hetero, você não é bi, nem homo. Acho que as pessoas deveriam aprender o sentido da palavra SEXUALIDADE antes de dizer o que elas são. Porque no fim das contas, não somos nada além de gêneros. Seja homem, seja mulher, mas, mais que isso, ninguém será.
Acho que posso resumir toda essa felicidade alheia que me estressa, me irrita, com essa música que escrevi uma semana atrás. Eu odeio felicidade alheia, corpos felizes só por ter um abraço quente à noite, mas só o abraço, que sentimento outro não tem.
Então eu prefiro ser uma puta mesmo. Ter um abraço à noite sabendo que o único sentimento ali foi de desejo e de ambos, sem confusões, sem erros.
*O blogspot não me deixa colar a música e não sou otário, não vou escrever tudo. Foda-se [perceba minha paciência]
Então eu prefiro ser uma puta mesmo. Ter um abraço à noite sabendo que o único sentimento ali foi de desejo e de ambos, sem confusões, sem erros.
*O blogspot não me deixa colar a música e não sou otário, não vou escrever tudo. Foda-se [perceba minha paciência]
Se já não bastasse um idiota na minha vida que me faz perguntas indecentes para me jogar na cara que ele tem alguém e eu não. Chega um bando galeroso no msn me perguntando coisas mais ainda bizarras... me perguntava por que não bloqueava esse povo, mas a-ha, faz tudo parte do meu estudo que planejo para minha pós em sexualidade.
às vezes eu tb fico só durante à tarde, mas sempre pela manha é bemmais tranquilo..minha mae sai de casa umas 7 da manha pro trabalho
Detalhe que tudo isso é sem pedir satisfação. Pouco importa se sua mãe está em casa ou não...
como eu so saio de 8:30, ate nesse intervalo daria tempo pruma rapidinha...entre 7 e 8 h...dava pra fuder legal ne
Jura? Acho incrível a capacidade do ser humano em, pra uma foda, fazer tudo pra conseguir se realizar.
tipo...se vc tivesse afim a gente combinava no dia anterior, dai assim q ela saisse e casa, vc ja taria pronto e viria aqui em ksa
oa, tem gente ai perto? é q eu queria te ver melhor ta lgdo
É lobo mau? au au au? E eu tou na seca?
euqueriamesmo so dar ma sacada n teu pau
As pessoas são tão diretas hoje em dia
vc tem foto dele nao ne?
Ok, bloqueia
I'm just a love machine
feeding my fantasy
give me a kiss or three
and I'm fine
Hoje aconteceu algo engraçado. Estava eu indo ao Bompreço e de repente um jovem começou a puxar assunto e a andar ao meu lado também. Até ai tudo bem [lógico, porque o ingênuo aqui, anti-social triste, fica dando uma de bom vizinho por ai]. Nunca tinha visto o garoto pelas redondezas e parecia que éramos íntimos já, não por opção minha, claro.
Encurtando a história, ele começou a falar de sexo e disse que gostava de se masturbar com a mão ao contrário [não sei como explicar isso], porque dava a entender que ele estava comendo um cu [entendeu agora?] [e ele adora comer um cu, deixou bem claro isso também]. Nisso, fiz uma cara feia [depois dele me olhar do tipo 'e ai, tu vem dar ou não?'] e ele pegou ar, disse que cara feia pra ele era fome. Ótimo, apenas respondi 'fome por fome, você já estaria fodido'.
Encurtando a verdadeira história, parei pra pensar que hoje em dia masturbação não tem mais graça, principalmente comigo. Tipo, não há mais formas de conhecer o meu corpo, já o conheço muito bem. Fora que, todas vez que começo a me masturbar me lembro dos parceiros que já me relacionei, ai pego ar e deixo pra lá... somente. Desperdício isso.
Ps. Lembrei tanto da Leonina hoje com isso
Encurtando a história, ele começou a falar de sexo e disse que gostava de se masturbar com a mão ao contrário [não sei como explicar isso], porque dava a entender que ele estava comendo um cu [entendeu agora?] [e ele adora comer um cu, deixou bem claro isso também]. Nisso, fiz uma cara feia [depois dele me olhar do tipo 'e ai, tu vem dar ou não?'] e ele pegou ar, disse que cara feia pra ele era fome. Ótimo, apenas respondi 'fome por fome, você já estaria fodido'.
Encurtando a verdadeira história, parei pra pensar que hoje em dia masturbação não tem mais graça, principalmente comigo. Tipo, não há mais formas de conhecer o meu corpo, já o conheço muito bem. Fora que, todas vez que começo a me masturbar me lembro dos parceiros que já me relacionei, ai pego ar e deixo pra lá... somente. Desperdício isso.
Ps. Lembrei tanto da Leonina hoje com isso
No começo é assim. Sem segundas intenções, nem envolvimentos que não vão além da batida de dois corpos, sem olhares felizes e sorrisos contentes.
Então vem o costume. As intimidades que não foram ditas, as palavras que não querem ser ditas, muito menos ouvidas.
É comum neste corpo, com quase 22 anos, ser consolo, para que pênis de borracha ou com cores sintilantes se este corpo tem mais que um vibrador para se ter um tipo de prazer?
Então vem o costume. As intimidades que não foram ditas, as palavras que não querem ser ditas, muito menos ouvidas.
É comum neste corpo, com quase 22 anos, ser consolo, para que pênis de borracha ou com cores sintilantes se este corpo tem mais que um vibrador para se ter um tipo de prazer?
Ai tipo, achei a música perfeita para este post. Começamos por aqui.
Site do Disponível. Vi um carinha respeitável, assim por se dizer. Foi o primeiro contato.
Já percebeu o quanto este povo é hipócrita? São todos bonecos de uma sociedade falida já. É querer igualar algo que não se pode ser igualado, aproximado sim, igualado não.
Site do Disponível. Vi um carinha respeitável, assim por se dizer. Foi o primeiro contato.
Cara, gostei muito do que você escreveu no 'sobre mim'. legal mesmo, vamos trocar umas idéias. thulks@live.com abraçoEntão, a primeira resposta.
Que eu escrevi sobre vc...amigo vc ta confundindo...nao escrevi nada sobre vc.E a minha réplica.
não disse que você escreveu de mim, mas sobre o que está escrito de você no seu perfil, na parte 'sobre mim'. difícil interpretar, né?
Já percebeu o quanto este povo é hipócrita? São todos bonecos de uma sociedade falida já. É querer igualar algo que não se pode ser igualado, aproximado sim, igualado não.
pq ela ama os modelos
ela abraça os modelos
sonha por modelos
Há um garoto no prédio ao lado e eu o olho sempre que passa pela janela do seu quarto. Eu coloco meu olhar fixo em seu corpo moreno modelado por caminhadas na praia e pela marca da bermuda folgada.
Há um garoto no prédio ao lado e ele sorriu para mim em um dia desses da vida. Com uma mão no queixo, ele sorriu e continuou lá, parado, esperando por alguma ação minha enquanto eu estava lá, estático e sem um sorriso para retribuir aquele olhar diferente.
Eu moro no terceiro andar do lado esquerdo da direita do prédio. Ele mora no segundo andar do lado direito da esquerda do prédio. Mas eu não o vejo com outros olhos a não ser com os do corpo, porque os olhos da mente pensam apenas naquele nome que rima com as piores palavras de uma canção...
Solidão, emoção, chão, colchão, impressão, paixão, pressão, compreensão, exceção, separação, sofrimento.
Há um garoto no prédio ao lado e ele sorriu para mim em um dia desses da vida. Com uma mão no queixo, ele sorriu e continuou lá, parado, esperando por alguma ação minha enquanto eu estava lá, estático e sem um sorriso para retribuir aquele olhar diferente.
Eu moro no terceiro andar do lado esquerdo da direita do prédio. Ele mora no segundo andar do lado direito da esquerda do prédio. Mas eu não o vejo com outros olhos a não ser com os do corpo, porque os olhos da mente pensam apenas naquele nome que rima com as piores palavras de uma canção...
Solidão, emoção, chão, colchão, impressão, paixão, pressão, compreensão, exceção, separação, sofrimento.
Escorpiano é um escorpiano que leva a sério o seu signo. Não sabe ao certo se começa contando sua vida sexual ou sobre si. Mas enfim, Escorpiano teve uma infância feliz. Quando não era em sua fazenda na Bahia dividindo uma cama de casal com seu primo bem mais velho, que lhe abraçava bem apertado todas às noites antes de dormir (bom momentos aqueles. Meu vício em abraços deve vir daí), estava em sua casa, em Piedade, conhecendo o corpo de seu primo poucos anos mais velho em cima de um pé de umbú cajá.
Tirando do fundo da mente, nunca neguei à mim que perdi minha virgindade aos seis anos com o irmão da irmã da minha mãe, que não é irmão dela. Ainda penso nele. Penso nele e nas vezes que eu ia tomar banho e ele entrava junto (sentava no vaso e pedia para eu conhecer algo que na época eu achava interessante por se mexer 'sozinho').
Não foi só isto. Se eu remeter mais na minha mente, me lembro das vezes que eu sentava em seu colo e quando me sentia dolorido ele beijava e passava o dedo pra me deixar melhor. Eu ainda penso nele. Até cheguei a encontrá-lo uns anos atrás em Salvador, mas o cinismo dele me fez não olhar mais em seu rosto. Mas isto já é outra história.
Eu cresci mais uns anos. E meu primo uns poucos anos mais velho continuava me vendo. Fazíamos o possível para ficarmos só. Era uma diversão vê-lo respirar forte ao fazer um líquido branco sair de seu pênis (naquela época nem sabia o que era, nem o gosto do gozo). Fomos crescendo e ficando mais inteligentes com nossos corpos. Era notável as mudanças que aconteciam neles. Aquela diversão já não cabia em nossas bocas. Mas ai veio a decadência.
Precisou apenas de um não. Só bastou apenas um não para eu ser dispensado (não sei como, mas até hoje pensar e escrever sobre isto me excita). Eu tinha 14 anos e até o fim da puberdade, da minha puberdade, não nos olhávamos mais.
E eu comecei a ver o mundo de outra forma. Me tornei mais inteligente e anti-social, neste meio tempo, sexo se tornou algo imparcial. Indiferente. Desnecessário. Terminei o ensino médio, cursinho e comecei a faculdade. Em cinco anos, devo ter transado cinco vezes só. Se bem que não considero boquete de três reais sexo (mais outra história).
Então comecei a faculdade e foi ai que tudo desandou. Me tornei mais esperto e apesar de aparentar ser frágil, foi ficando mais fácil levar pessoas para cama. Não, não havia álcool naquela época. Só de dois anos para cá.
Sexo começou a se tornar algo bom e quanto maior a sintonia com a pessoa, menor o pudor entre os dois corpos. E este corpo mediano, nem magro, nem normal, moreno sem cor de sol, olhos fechados, sorriso ingênuo e expressão de inocente conquista da melhor forma os homens que o desejam na cama: com sinceridade e juventude.
Não era este título que eu tinha em mente para este post. Na verdade, era um título com duas palavras, mas vou tentar chegar ao meu ponto de vista sobre fatos da noite de ontem com este título ai em cima.
Bem, sempre fui muito altruísta, fato, mas de um tempo pra cá comecei a perceber mudanças em meu corpo que iam contra este sentimento. É certo que ainda tenho meus momentos 'ingênuo', mas o momento 'filho da puta' tomou conta de uma forma que não sei bem como explicar.
Enfim, ontem parei para perceber que (oi, eu não sou tão assim bonito, tenho meu charme, principalmente com minha boca) só quem me acha bonito é gente feia. Sinceramente, hoje eu tou egoísta mesmo. Cansei de ser gentil e blá blá blá. O mundo tá dividido demais e não sou eu que vou ficar em cima do muro para tentar me apaixonar ou derivados.
Mas também, não sou obrigado a ficar com qualquer um ou achar todos bonitos. A questão é só eu me sentir desejado. Posso nem ficar com ninguém que não vou nem me importar. Interessante agora é saber o quanto as pessoas te querem para levar para cama. E só ontem, num intervalo de poucas horas, foram seis.
- Meu nome é Escorpiano e eu sou um viciado.
- Oi, Escorpiano!
- Dentre tantos vícios que eu tenho, o álcool é o menor deles. Ele é apenas um complemento da minha personalidade que adormece nos dias de semana e tenta conquistar um coração partido no final dela. É uma batalha, porque tento me desprender deste vício que, ao mesmo tempo traz uma sensação de felicidade, me deixa com a sensação do nada, que nada deu certo, que não há um futuro no fim da noite. Mas este ainda é o menor dos meus vícios.
Antes, o álcool tomava conta deste corpo moreno que se usava para conquistar outros. Mas isto foi mudando. O segundo vício prevaleceu o primeiro e se tornou comum entrar em salas de bate papo e outros sites para atender as necessidades de vários corpos. O álcool aqui já não faz efeito nenhum. Ele é apenas uma química que me permite provocar mais as tensões sexuais que existem por aí.
E é por isso que sou um viciado. Eu procuro homens bonitos com sorrisos bonitos para satisfazerem os meus desejos. Até porque, conversar com um perfeito estranho é bem mais excitante que conversar com alguém que já sabe sobre você. As opiniões são as mesmas, mas as formas como elas são absorvidas são diferentes. Uma coisa que ainda não sei explicar.
Mas tudo isso só acontece por conta do meu maior vício. Há uma possessividade dentro de mim que é praticamente incontrolável. É uma força que atinge mais a mim do que a pessoa que tenho em mente. São articulações planejadas para suprir somente a necessidade de um abraço, que é praticamente impossível de se conseguir com aquele corpo.
E esse é meu maior vício. Sentir-se amado e desejado por quem finge me querer.
- Oi, Escorpiano!
- Dentre tantos vícios que eu tenho, o álcool é o menor deles. Ele é apenas um complemento da minha personalidade que adormece nos dias de semana e tenta conquistar um coração partido no final dela. É uma batalha, porque tento me desprender deste vício que, ao mesmo tempo traz uma sensação de felicidade, me deixa com a sensação do nada, que nada deu certo, que não há um futuro no fim da noite. Mas este ainda é o menor dos meus vícios.
Antes, o álcool tomava conta deste corpo moreno que se usava para conquistar outros. Mas isto foi mudando. O segundo vício prevaleceu o primeiro e se tornou comum entrar em salas de bate papo e outros sites para atender as necessidades de vários corpos. O álcool aqui já não faz efeito nenhum. Ele é apenas uma química que me permite provocar mais as tensões sexuais que existem por aí.
E é por isso que sou um viciado. Eu procuro homens bonitos com sorrisos bonitos para satisfazerem os meus desejos. Até porque, conversar com um perfeito estranho é bem mais excitante que conversar com alguém que já sabe sobre você. As opiniões são as mesmas, mas as formas como elas são absorvidas são diferentes. Uma coisa que ainda não sei explicar.
Mas tudo isso só acontece por conta do meu maior vício. Há uma possessividade dentro de mim que é praticamente incontrolável. É uma força que atinge mais a mim do que a pessoa que tenho em mente. São articulações planejadas para suprir somente a necessidade de um abraço, que é praticamente impossível de se conseguir com aquele corpo.
E esse é meu maior vício. Sentir-se amado e desejado por quem finge me querer.
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